sexta-feira, dezembro 28, 2007

Carta por pontos para quê?

A capacidade de processamento das multas, retiradas de cartas e aplicaçao de penas de cadeia, impede que a mensagem deste modelo se torne efectiva, Espanha nao conseguiu, depois de 1 ano, a reducçao do numero de acidentes e mortes, só a revolta da populaçao!

Operação Natal: Brisa regista zero mortes nas auto-estradasA Brisa anunciou hoje que registou zero mortes nas auto-estradas que concessiona no decorrer da Operação de Natal que terminou às zero horas do dia 27 de Dezembro, existindo também uma redução de 50% no número de acidentes.
«O número de acidentes registou uma quebra de 50 por cento face à Operação de 2006, ou seja, dos 79 acidentes ocorridos em 2006 houve uma diminuição para 37 em 2007», refere a Brisa em comunicado.
Em relação ao número de feridos ligeiros existiu também uma redução de 25 feridos, com aumento apenas no número de feridos graves em relação ao mesmo período do ano de 2006.
O comunicado revela ainda que se verificou uma redução no número de feridos ligeiros, de 36 para 11, e houve um acréscimo de apenas um ferido grave relativamente a 2006, de três para quatro.
Diário Digital / Lusa

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Los Nanos de los "Enanos" de Europa!


Na XXI Cimeira Luso-Espanhola que decorreu em Évora nos dias 18 e 19 de Novembro de 2005, foi decidida a criação de um Instituto de I&D Portugal-Espanha, como iniciativa pioneira de um novo tipo de parceria institucional internacional em ciência e tecnologia na Europa.
Ficou decidido que o instituto seria localizado em Braga-Portugal, teria como primeiro director um investigador espanhol (Professor José Rivas da Universidade de Santiago de Compostela, nomeado na ocasião pelo Presidente do Governo de Espanha) e deveria vir a ter cerca de 200 investigadores de Espanha, Portugal e outros países, com um orçamento operacional anual de cerca de 30 milhões de euros e um investimento adicional de igual valor, assegurados em partes iguais pelos dois países.
Com a criação deste instituto pretende-se reforçar a colaboração científica e tecnológica entre Portugal e Espanha, abrindo-se um novo ciclo nas suas relações e na construção de economias nacionais baseadas no conhecimento. Numa fase inicial o instituto envolve Portugal e Espanha, mas será aberto à adesão de outros países e à participação de instituições e de especialistas de todo o mundo, com o objectivo de se constituir como pólo de investigação internacional de excelência, desenvolvendo parcerias com instituições do ensino superior e com o sector económico, a promoção da transferência de conhecimento de valor acrescentado e gerador de emprego, e a formação de profissionais especializados.

Today:Dec. 3, 2007

In a world that constantly strives for bigger and bigger things, Washington University in St. Louis' Pratim Biswas, Ph.D., the Stifel and Quinette Jens Professor and chair of the Department of Energy, Environmental and Chemical Engineering, is working to make things smaller and smaller.
Biswas conducts research on nanoparticles, which are the building blocks for nanotechnology. For the first time, Biswas has shown that he can independently control the size of the nanoparticles that he makes while keeping their other properties the same. He's also shown with his technique that the nanoparticles can be made in large quantities in scalable systems, opening up the possibility for more applications and different techniques.
Nanotechnology has far-reaching applications in microelectronics, renewable energy and medicine, just to name a few. But the first step is synthesizing and understanding nanoparticles.
To put the size of a nanoparticle into perspective, compare it to a human hair. One strand of human hair is about 50 to 100 micrometers thick. One nanometer is 1/1000 of a micrometer. A nanoparticle is 100 nanometers thick.
"It's difficult to imagine dividing a meter up into a million pieces and then a nanometer is a thousandth of that," explained Biswas. "These are very tiny particles."
This small size is critical in the applications. By varying the size, nanoparticles can efficiently be tuned to perform a specific task, be it cosmetics or pollution clean up.
"When I reduce the size of the object, then the properties are very different. They can have certain unique properties," said Biswas. "By changing the size and the crystal structure you can tune the functionality."
Fabulous Flames
To make these nanoparticles and to alter their size, Biswas uses a flame aerosol reactor (FLAR). The flame provides a high-temperature environment in which molecules can be assembled in a single step.
Biswas described the technique and his work in a recent issue of Nanotechnology.
"Bring the material in, react it, form the particles and then collect it and go and use it," said Biswas.
This technique also allows for mass production, once the conditions to produce the desired material have been determined.
Controlling the size of these particles is what opens doors to new and unique uses.
"The applications are plentiful," said Biswas. "The other thing is, if I can make materials of very narrow sizes, I can study the properties as a function of size — which has not been possible in the past — with very precise controls so we can do fundamental research. And that allows me to come up with new applications."
Dig those crazy tires
Such new applications may even change the way we think about driving. Tired of boring, black car tires? With nanotechnology, tires could become a fashion statement with red, pink, blue, green, or "any color you want" as possibilities.
"All tires are black in color because of the carbon that is added. Which color you want is not important, because now you could add a silica-based material which will allow you to get any color of your choice," said Biswas. "Nanoparticles are going to be used everywhere. They are already being used in many applications — cosmetics, microelectronics — but now you are going to use it for tires."
With all of these new applications come budding new fields of study. One area is nanotoxicology, which researches the health and environmental safety of new materials containing nanoparticles. Nanotechnologists join forces with biologists to determine the safety of different-sized particles. For example, one size particle may provide the best effects in a cosmetic, but manufacturers must make sure that it shouldn't cause toxic effects in a person's body.
"We don't want to just release it to the environment. The general feeling is that you have to be proactive, make sure everything is OK and then go, so here you are trying to be as cautious as possible," said Biswas.
Biswas' work focuses mainly on making the nanoparticles, but his research has led to a variety of applications and collaborations. Biswas is currently collaborating with Sam Achilefu, Ph.D., associate professor of radiology in the Washington University School of Medicine. Achilefu is working to selectively deposit imaging agents. Rather than flood a cancer patient's body with a drug during chemotherapy, for example, nanotechnology and selective deposits could deliver and concentrate the drug in the region of the tumor.
"These are very preliminary," said Biswas, "but we're getting some neat results. So there are some cautious examples, like toxicology, but then there are many useful applications."
Biswas also stresses the importance in the global marketplace. Nanotechnology has the potential to purify drinking water for rural populations worldwide. Such efforts send a "big social message," said Biswas. Renewable energy is yet another possible application of nanotechnology.
The possibilities of nanotechnology are endless, and everyday Biswas embarks on this exciting journey.
"That's the beauty here. At Washington University we have a very strong aerosol science and technology group. I would say one of the strongest in this area," said Biswas. "Furthermore, there are many collaborators in different disciplines where we can explore new application areas. So our ability to make tailor-made nanoparticles with very tight control of properties will allow more applications to be invented. That's the driving force — the ability to synthesize nanoparticles. They are the building blocks of nanotechnology."

CRN/WULST

E esta hem??

Aprovou nesta quinta-feira a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara o projeto de lei do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) que veta estrangeirismos no país, escreve a Folha Online.
O relatório do deputado federal Flávio Dino (PCdoB-MA) foi aprovado por unanimidade.
O projeto agora segue para votação no plenário da Câmara. Ele estabelece a substituição de todas as expressões estrangeiras em uso no país por equivalentes ou neologismos na língua portuguesa, no prazo de 90 dias.
O texto aprovado hoje pelos deputados é um substitutivo ao projeto original, de 1999, que foi formulado pela Comissão de Educação do Senado. O Senado "amenizou" os efeitos da lei após consultas públicas.
No caso dos meios de comunicação impressos, ele estabelece a utilização da versão aportuguesada de expressões. O substitutivo do Senado previa sanções administrativas aos órgãos das administrações públicas --em todas as esferas-- item que foi considerado inconstitucional pela CCJ.

terça-feira, dezembro 11, 2007

O PCP?? Soares?


Caparica Red Neck, eu mesmo, "In Expresso", 11 de Dezembro 2007.
Depois do apoio explicito de Kennedy a Nehru em Goa, nos tempos do Camarada Oliveira, da oferta de acordo possivelmente conservador dos interesses Portugueses no momento se analizamos o resultado final, da proibiçao da venda armas pelos estados unidos, sabendo que Botelho Moniz nao era propriamente esquerda, depois da carta de Amilcar Cabral, do sabido apoio dos estados unidos a Mondlane e Holden Roberto, o posterior lamento do mesmo Salazar aos americanos, afirmando em Abril de 66 no Chicago Tribune «As dificuldades com este Governo vêm apenas deste, ante o facto de a Nação portuguesa ser constituída por parcelas dispersas em vários continentes, julgar ser-lhe lícito aplicar-nos o estatuto de aliados numa parte do território e o de inimigos noutra.», com um esboço de acordo ofrecido por Kaunda e Chona, conhecendo a bi ou tripolarizaçao de poderes no continente e no mundo, com a perspectiva que lhe proporcionava o papel desenvolvido no passado, quem manteve a despótica posiçao e a irrascivel ou desavisa decisao de chegar, mesmo depois de 1973, ao limite?

Quem perdeu para Portugal?

A resposta da "Magazine" nao contempla o seguinte:

Portugal with harsh reality of its colonial past in Africa
The Associated Press
Published: December 10, 2007

The heads of enemy soldiers impaled on roadside trees. Hundreds of prisoners tortured, killed and dumped in mass graves. Napalm dropped on jungles where guerrillas sheltered, and grass-hut villages torched with cigarette lighters.
These gruesome acts were carried out in Portugal's name two generations ago during its colonial wars in Africa. But for most Portuguese, the events aren't history — they're news.
A groundbreaking series aired by public broadcaster Radiotelevisao Portuguesa is confronting Portugal with unsettling aspects of its recent history that for decades have been shrouded in silence. The series has become a top-rated prime-time program and the most-watched documentary in years, regularly drawing more than a million viewers in a country of 10.6 million.
"People had spoken very little about what happened," said Joaquim Furtado, the Portuguese journalist who created the series. "The effect, I think, has been positive. People won't be able to see things in simplistic terms now."
Portugal isn't the only European country being forced to address unpalatable aspects of its colonial legacy.
Today in Europe
Three years ago, Belgium was shocked by a documentary portraying King Leopold II's brutal 19th-century exploitation of what was once the Belgian Congo.
In 2002, France had to revisit one of the darkest moments of its recent past when a Paris court convicted an aging French general for "complicity in justifying war crimes," in connection with his best-selling book about atrocities during a seven-year war that ended with Algeria's independence in 1962.
Portugal's wars against independence fighters in its 500-year-old African empire erupted in 1961 in Angola. In surprise attacks, rebels butchered Portuguese settlers, including women and children, on remote Angolan plantations. In revenge, Portuguese militias and troops carried out a vicious campaign of repression, despite pressure from the United States and United Nations to pull out of Africa.
Filmmaker Furtado, a well-known journalist with an almost 40-year career, spent more than six years digging up hundreds of hours of film footage and masses of photographs, some never before seen in public. He also gathered firsthand accounts from war veterans on both sides, many of whom hadn't spoken out before.
In the former Portuguese colony of Mozambique, the documentary has been greeted with quiet satisfaction but no calls for an official apology or compensation.
"No one is going to react angrily to the film because it shows the past, not the present. The past is the past, the present is the present," said Custodio Rafael, a journalist with Radio Mozambique.
For Africans, the Portuguese atrocities have long been a matter of historical fact. But in Portugal, it has taken this documentary to explode the nation's myths about its colonial rule, which ended in 1974.
Antonio Salazar's dictatorship, established in the 1930s, kept Portugal in the dark about what was happening thousands of miles (kilometers) away on another continent. His censors killed unfavorable newspaper articles, and state media encouraged the war effort with reports of heroic deeds against insurgents classified as bloodthirsty "terrorists."
Within a year, the Angolan rebellion subsided. But parallel wars broke out in Mozambique and another Portuguese African colony, Guinea-Bissau.
Salazar, mindful that the African colonies enriched his nation and lent it a Cold War stature beyond its size, waged a propaganda battle that included the unremitting government slogan "Angola e nossa!" (Angola is ours!), which was even broadcast over loudspeakers at packed beaches.
Salazar, a flinty and unbending leader, changed the designation of the colonies to "overseas territories" and depicted their peoples as Portuguese who were treated as equals and were eager to remain under Lisbon's wing.
Ask Portuguese nowadays about their colonial administration and they will insist it was benign, so radio phone-in shows and Internet blogs are abuzz over the newly revealed facts.
Luis Quintais, an anthropologist at Portugal's Coimbra University who has written a book about the African conflicts, says they have "been immersed in a huge silence," while Portuguese history is rendered as the chronicle of a small, gentle country bullied by bigger European powers.
"We think of our colonization as having been soft, or mild, compared to other countries. But it wasn't, it was just the same," Quintais said. "We like to portray ourselves as victims, not victimizers."
The unwillingness to look back at those times has also contributed to the neglect of war veterans. About 9,000 soldiers were killed and at least 12,000 wounded in what was Portugal's biggest modern-day military deployment.
Only in 1994 was a monument to the fallen built at a riverside fort in Lisbon, near where the troop ships left for the wars. And post-traumatic stress disorder was officially recognized as a medical condition only in 1999.

When a 1974 army coup ended the dictatorship and installed democracy, the political parties wanted to start with a clean slate.
"Political power was seized by those who had opposed the war. They said, 'It's all in the past now, it shouldn't have happened, let's move on and build a new country,'" said retired Gen. Joaquim Chito Rodrigues, who served for five years in Angola, including a two-year stint as head of operations.
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AP Writer Emmanuel Camillo contributed to this report from Maputo, Mozambique.


domingo, dezembro 09, 2007

Populismo low profile?


Cimeira UE-África
Durão Barroso ao Expresso
"Presidência portuguesa teve dois sucessos marcantes"
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Mas devemos saber que on the other hand:
Since a meeting in Cairo in 2000, Europe's worries about human rights abuses in Africa have derailed plans to hold another summit gathering of European and African leaders.
In the intervening seven years, China has showed no such qualms. When Chinese and African leaders met in Beijing in November 2006, they agreed to deals valued at an estimated $1.9 billion.
Since then, a Chinese bank has bought 20 percent of Standard Bank, the largest African lender, for $5.4 billion, and an industrial giant from China is buying a majority stake in the largest ferrochrome producer in Zimbabwe.
Confronted by China's growing economic influence in Africa, the European Union has finally cast its reservations aside to stage a summit meeting, opening Saturday, with representatives of 53 African countries.
Despite documented evidence of human rights abuses and vote-rigging in Zimbabwe, the country's president, Robert Mugabe, has arrived in Lisbon after an EU visa ban was lifted to allow him to travel to Portugal. Omar Hassan al-Bashir, president of Sudan and the man blamed by many for the humanitarian crisis in Darfur, also is to take part.

Mugabe's presence has prompted a boycott by Prime Minister Gordon Brown of Britain, but such is the concern about the EU's role in a continent where its influence was once unchallenged that all Brown's counterparts in the EU are expected at the meeting, except the prime ministers of the Czech Republic and Slovakia.
Europe remains Africa's most important trading partner. But it is unclear how the meeting this weekend can stem the growing Chinese influence in Africa.
Up to last year, 800 Chinese companies invested $1 billion in Africa, establishing 480 joint ventures and employing 78,000 workers from China, according to the European Commission. Beijing imports 32 percent of its oil from Africa, and oil-related investment in recent years amount to $16 billion, according to commission estimates.
Joseph Bonesha, Rwanda's ambassador to the EU, said that although Europe's historical ties left it well placed to develop its ties with Africa, there was no denying China's popularity as an investment source.
"Their prices are usually more competitive than the Europeans', their contracts for construction are often subsidized, their aid is not tied to conditions, and when they offer credit, it is interest-free or at very low rates," he said as he arrived for the two-day meeting.
The Chinese have a clear and direct interest in securing supplies of commodities and opening up new markets to which they can export their goods.
"They deal as one equal to another - their interest is trade," Bonesha said. By contrast, he added, the West needed to understand that European ideas of democracy "do not necessarily correspond to democracy in Africa."
Mark Ashurst, director of the Africa Research Institute in London, said that, beyond its willingness to deal with distasteful regimes, China had one crucial advantage over Europe: a clear, unified and simple strategy toward Africa.
"Beijing is not interested in short-term preferential access," Ashurst said. "They want contracts for the long-term locking in strategic areas, mainly oil and gas, metals and other commodities."
"China has signed more than 40 free trade bilateral agreements in Africa over the last five years - that's a fantastic pace," he added.
By contrast, negotiating the EU's trade deal with South Africa in the 1990s took longer than Nelson Mandela's presidential term of office.
Even guardians of civil liberties like Reed Brody, of Human Rights Watch, say that China's role is not all bad.
"Africa needs entrepreneurs and a lot of small entrepreneurs coming in from Africa who can energize local economies," Brody said. "At the same time, mammoth government-to-government projects with no conditions or requirements attached can do a disservice to those pushing for democratic change."
The EU is negotiating new bilateral agreements with African countries that would give the former European colonies immediate duty-free and quota-free access to European markets, except for rice and sugar.
But local tariffs on EU imports would be phased out in periods of up to 25 years, though that has raised fears that African industry and agriculture could suffer. And the EU also faces criticism over the pressure it is applying to African nations to agree the partnership agreements before a World Trade Organization waiver on current preferential treatment expires on Dec. 31. Aid agencies want the EU to promise that countries that do not meet that deadline will not suffer as a consequence.
"Simpler, more harmonized European policies would be more effective," Ashurst said. "It's what everybody is trying to do, but it is not working in trade."

sábado, dezembro 08, 2007

Quase de acordo II

No seguimento da sugestao apresentada no blogue do Jornalista Henrique Monteiro "O País dos Prodigios", no Jornal Expresso, na sua versao Online, hoje o estudo efectuado pelo LNEC veio informar-nos sobre a opçao apontada:

17:53 Sábado, 8 de Dez de 2007

A proposta defendida pelo ministro Mário Lino é apontada com uma solução desastrosa
Segundo avançou a SIC Notícias, o relatório final, com entrega prevista apenas para a segunda semana de Janeiro, sustenta que a preferência do executivo de José Sócrates é economicamente insuportável, sendo quase certa a localização do novo aeroporto a poucos quilómetros do Campo de Tiro de Alcochete, junto ao bairro de São Gabriel, na freguesia de Canha, concelhos do Montijo e Benavente.
Apenas uma das equipas desaconselha esta alternativa. Na análise ambiental e recursos hídricos conclui-se que se o projecto avançar neste local tal poderá implicar a contaminação irreversível da maior fonte de água potável da Península Ibérica. A juntar a este argumento surge um outro factor: a contaminação das plantas pelas partículas do combustível queimado pelos aviões.
O estudo indica que a localização na margem sul do rio Tejo apresenta vantagens financeiras e competitivas face à proposta da Ota, por ser muito mais barata, com a implicação na melhoria das acessibilidades, bem como de ordenamento de território, permitindo a recuperação urbana e revitalização económica do Barreiro.
Com preços mais atractivos para a operação aérea, esta nova alternativa oferece a hipótese de ter um aeroporto essencialmente de trânsito. Alcochete serviria de escala enquanto a Ota seria obrigatoriamente só para consumo interno. A disponibilidade de terrenos do Campo de Tiro permitiria a abertura de uma cidade portuária, com a abertura de actividades paralelas e novos postos de trabalho.

up, up and away!!!!


Muito em breve a Estação Espacial Internacional vai ter tecnologia portuguesa.




O novo laboratório espacial europeu Columbus, que parte da Florida esta quinta-feira, inclui equipamentos espaciais portugueses, totalmente concebidos pelo grupo Efacec.
"É uma bandeira a nível nacional, porque é a primeira vez que um voo espacial integra tecnologia portuguesa de raiz. E para nós também é muito importante, porque significa um poço de conhecimento numa área de ponta", afirma o administrador executivo do grupo Efacec, Alberto Barbosa.
Denominado EuTEMP, o equipamento espacial foi integralmente concebido e produzido pelas engenheiros da Efacec, certificado pela Nasa e pela Agência Espacial Europeia (ESA). A missão que vai integrar começa esta quinta-feira com a partida da nave espacial 'Atlantis' do Cabo Canaveral, na Florida (EUA), para a Estação Espacial Internacional.
"Momento crítico" em ombros portuguesesConcebido durante mais de dois anos, o EuTEMP é uma unidade de medida e aquisição de temperatura de pequenas dimensões, autónoma e alimentada por baterias. De acordo com o administrador executivo da Efacec, será montado na parte externa do módulo europeu Columbus, com o objectivo de medir a temperatura num "momento crítico": quando o astronauta sai para a montagem no próprio Columbus da Plataforma de Experiências Externa da ESA (EuTEF), dedicada à demonstração em órbita de tecnologias espaciais.
O EuTEMP transmitirá os dados para a Terra, através do Columbus, e foi construído para se manter três anos no espaço, podendo funcionar isolado durante 30 dias. Obedece ainda a vários requisitos: de segurança e de qualificação da ESA e da Nasa, resistência a temperaturas extremas e integração eficiente com a plataforma EuTEF.
Futuro no mercado espacial
Os testes de qualificação para os requisitos da ESA tiveram lugar em 2004 e 2005 nos European Space Research and Technology Centre (ESTEC) na Holanda. Portugal aderiu à ESA em 2000 como estado membro, tendo sido criada uma Task-Force ESA-Portugal, que financiou o EuTEMP, com a missão de apoiar a integração de Portugal nas actividades da ESA no período de transição que termina este ano.
A Efacec tem ainda em curso diversos outros projectos nesta área: o CTTB (Component technology test bed), um projecto com o objectivo de testar o comportamento de diferentes tecnologias electrónicas quando sujeito a determinados ambientes do espaço; o MFS, um monitor de radiação para ambientes espaciais, que está a ser desenvolvido para a missão Bepicolombo, que irá a Mercúrio em 2012.

Think big, if you please!

Reconduzido pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, como presidente da CP - juntamente com os vogais Paulo Magina e Nuno Moreira, a que se juntam agora o ex-vice-presidente da Soponata, José Benoliel e o ex-deputado, Ricardo Bexiga - Cardoso dos Reis diz que apostará forte no transporte ferroviário a velocidades superiores a 220 km/hora.
A Comissão Europeia divulgou esta semana a atribuição expectável de mais de 380 milhões de euros ao projecto português de AV. Está na altura da CP confirmar definitivamente se vai ser o primeiro operador português da rede de AV... Claro que sim. Pelas competências técnicas que tem, a AV é um desafio natural para a CP. Queremos ser operador de AV.
Vai criar uma empresa conjunta CP-Renfe para a AV? Neste projecto, há dois eixos fundamentais. No eixo Lisboa-Madrid há perspectivas de alianças internacionais. No eixo Lisboa-Porto, não necessariamente. Mas é uma análise que deve ser desenvolvida com algum cuidado, identificando vantagens e desvantagens. Como Portugal é um país ibérico, uma relação bilateral não é necessariamente uma má relação. Essa é uma hipótese que se colocará em cima da mesa.
E será possível desenvolver a AV sem autonomizar a sua gestão numa empresa? Já temos uma unidade interna chamada CP Alta Velocidade, que está a trabalhar em paralelo com a CP Longo Curso, a operadora do Alfa Pendular - até têm quadros comuns. No nosso conceito, a AV tem a ver com o Alfa Pendular e caminha em paralelo. Esta unidade de negócios de AV ainda não vende comboios mas está a preparar-se para os vir a vender. A solução empresarial decorrerá daquilo que o accionista a 100% da CP estabelecer como orientação. Estamos a seguir as orientações estratégicas para o sector ferroviário e preparámos uma unidade de negócios que evolui e faz estudos de mercado. O AVE espanhol é gerido por uma unidade de negócios dentro da RENFE. Não depende de uma empresa autónoma.
E se a CP captar parceiros para a AV? Nesse sentido faria sentido constituir uma empresa com uma relação de capital entre duas ou três entidades. Mas se ficar sozinha, pode deixar a AV dentro da empresa mãe. Ou seja, as soluções existem. O importante é sabermos que temos capacidade para oferecer o serviço em qualquer solução.
E quando começará a operar? O primeiro serviço previsto, na ligação Lisboa-Madrid, continua a estar previsto para 2013.
Acredita nessa data? Não tenho razões para duvidar dos colegas das outras empresas. Se assim o dizem, é porque sim.
De quantos comboios precisa para arrancar com a AV em 2013? Penso que 10 comboios vão chegar nessa fase inicial.
E como tenciona desenvolver a oferta de mercado para a AV? Primeiro, pela aposta no actual serviço. Temos um serviço de 220 km/hora, o Alfa Pendular, que, em termos teóricos, já pode ser considerado AV. Vamos trabalhar na sua melhoria contínua, com novas ofertas e algumas parcerias. Nesse sentido, já estamos a concluir uma iniciativa conjunta entre os três operadores de comunicações móveis, o regulador do sector - a Anacom - e a CP para melhorarmos a cobertura do sinal de telemóvel nos comboios. Isso também melhorará o acesso à Internet. E em 2008 haverá um concurso para o "catering". Estas iniciativas já são a verdadeira ante-câmara da AV.
Em eixos tão curtos como o Lisboa-Porto será decisivo para o passageiro circular a 250 ou 300 km/hora? Há dois ângulos de abordagem. Quando falamos de infraestruturas, devemos analisar o sobrecusto entre linhas que permitam circular a 250 ou a 350 quilómetros por hora. Porque temos de pensar bem o que faremos para os próximos 30 ou 40 anos. Podemos perfeitamente ter infraestruturas preparadas para circular a 350 km/h e andarmos a 200 km/hora, consoante o material existente e a disponibilidade financeira para comprar comboios mais rápidos.
Então defende que a infraestrutura deve ser preparada para altas velocidades, mas os comboios devem ser comprados em função da procura? É tudo uma questão de custo-benefício. Temos de perguntar às pessoas se uma diferença de 15 minutos seria importante na decisão de viajar de comboio. Mas também precisamos de saber quantos passageiros mais ganharíamos se o tempo de percurso fosse inferior.
Ainda não foram feitos todos os estudos para este projecto? Há fenómenos que entretanto aconteceram, e estão a acontecer, que nos obrigam a rever algumas conclusões.
Como por exemplo? Como as operações de "low cost" no transporte aéreo. São fenómenos que alteram as conclusões entretanto retiradas, que nos obrigam a equacionar outras questões. Diria que, do lado da infra-estrutura, as decisões serão tomadas com base em critérios económicos e têm menos folga que do lado do operador, que dispõe de três anos para encomendar material e recebê-lo já homologado. Note-se que o fenómeno das "low cost" é muito recente em Portugal e não está totalmente consolidado na ligação Lisboa-Porto. A própria TAP tomou iniciativas no sentido de atacar esse problema e fez o que fez em relação à Portugália. A CP tem de interpretar esta evolução do mercado e tem de retirar conclusões. Na ligação Lisboa-Vigo, com 500 quilómetros de distância, a questão do tempo de percurso coloca-se de uma forma diferente, se pensarmos em velocidades de 250 ou 300 km/hora. Quando ao sobrecusto na infra-estrutura, os números que conheço são da ordem dos 5% se consideramos o investimento em linhas para 250 ou 350 km/hora, o que não implica diferenças de valores muito relevantes e torna as decisões mais simples.
Mas a infra-estrutura nunca é amortizável... Em Espanha, normalmente consideram que 25% do investimento deve ser pago pelo operador. O restante são fundos que vêm de fora. Mas Portugal tem uma característica diferente. Está numa ponta. Não tem tráfego de passagem. Funciona como uma estação términus. Portanto, o tráfego existente é o interno ou o internacional gerado pelo turismo. Por isso temos de ser fortemente agressivos no turismo e, para o eixo Lisboa-Porto, nas parcerias com empresas, com políticas de descontos.
Na ligação Lisboa-Madrid a velocidade já é determinante... Sim para distâncias de 600 quilómetros é determinante.
E será possível garantir que uma ligação ferroviária de AV no eixo Lisboa-Madrid tenha preços inferiores a uma tarifa de "low cost"? Esse exercício tem de ser feito. Mas nunca se pode comprar o preço da viagem. O caminho de ferro tem uma característica que nunca pode perder que é a de chegar ao centro das cidades. O custo efectivo de transporte de centro a centro é o que tem de ser equacionado. Quando se fala na tarifa da ferrovia é este preço que tem de ser equacionado e não a mera comparação entre os preços dos bilhetes do comboio e das low cost. Comparativamente, creio que o preço do transporte ferroviário é cada vez mais competitivo. Também sei que há aviões cada vez maiores e com menos custos por passageiro transportado. Mas a comparação continua a ser favorável ao transporte ferroviário. É óbvio que não podemos adormecer na parada, sem melhorarmos a qualidade da nossa oferta. Penso que o que se compara não é necessariamente o preço de bilheteira.



Pela primeira vez em Portugal foi autorizado um sistema de videovigilância de iniciativa autárquica na via pública. A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). O projecto da Câmara do Porto para colocar câmaras de vídeo na zona da Ribeira recebeu luz verde, mas com algumas restrições: o sistema só pode funcionar durante a noite (das 21h às 7h), uma vez que está em causa um bairro frequentado sobretudo por quem procura animação nocturna; e, ao contrário do que propunha a autarquia, não é permitida a audição nem gravação de som, mas apenas de imagem. A autorização vigora por um ano, ou seja, pelo prazo máximo permitido por lei, findo o qual terá que ser reavaliada.
No parecer da CNPD, a que o Expresso teve acesso, aquela entidade leva em conta, para a autorização da videovigilância, boa parte dos argumentos apresentados pela autarquia, como "as características arquitectónicas e urbanas" daquela zona, a escassez de meios humanos, que limita a actuação da polícia sobretudo nas "alturas mais críticas do dia", bem como a "onda de criminalidade que se vem verificando" na Ribeira, e a "dificuldade de combater certo tipo" de crimes que ali ocorrem.
Os riscos do "grande observador"
Por outro lado, a comissão chama a atenção para outras especificidades daquele local, um dos mais pitorescos e turísticos da Invicta, que aconselham particular moderação e proporcionalidade na introdução das câmaras de vigilância. Tratando-se de "uma área de procura turística, com estabelecimentos de restauração e bares, existe um clima que propicia a descompressão/ divertimento/ descontracção, o qual poderá ser afectado pela existência e conhecimento de 'um grande observador'", nota o relator do parecer. Por isso, e por haver a consciência de que "este tipo de mecanismos limita sempre os direitos das pessoas pois, ao saberem que estão ou podem estar a ser filmadas enquanto circulam, há a tendência para controlar comportamentos/ actos que de outro modo e espontaneamente teriam", a CNPD limitou o funcionamento do sistema ao período nocturno, levando em conta o argumento da autarquia, de que a criminalidade na Ribeira "toma proporções mais preocupantes durante a noite".
Este parecer foi o primeiro em relação a processos de videovigilância em espaços públicos para efeitos de segurança, no âmbito da lei 1/2005, fazendo jurisprudência em relação a outros pedidos de autorização feitos pelas autarquias ou pelas forças de segurança. Foi aprovado por unanimidade, mas conta com uma declaração de voto do vogal Eduardo Campos.
Nesse texto, o advogado aponta muitas reservas em relação ao recurso à videovigilância em espaços públicos de fruição comum, apontando o risco de Portugal ter no futuro "uma boa parte ou mesmo quase a totalidade do território nacional habitável coberto por sistemas de videovigilância". Para o evitar, aquele vogal da CNPD alerta para a importância de que autorizações como a que agora é dada para a Ribeira, sendo provisórias, não se tornem definitivas "apenas por inércia das autoridades e por falta de avaliação sucessiva e crítica dos fundamentos invocados para a sua concessão".
Eduardo Campos vai mais longe, ao propor que, caso os fundamentos que autorizaram a videovigilância nos espaços públicos se mantenham ao fim de vários anos após a sua instalação, então, é de concluir que o sistema foi ineficaz e não deve continuar.

Muito come esta gente!

Chicago, Illinois, 08 Dez - (Lusa)
A crescente obesidade nos adolescentes americanos pode traduzir-se por um aumento de cerca de 20 por cento do número de casos de doenças cardíacas até 2035, segundo um estudo publicado no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra.
A epidemia da obesidade que existe actualmente, ligada ao estilo de vida, pode ser uma previsão de uma verdadeira crise de saúde pública, contra a qual os médicos apenas poderão lutar com a ajuda de medicamentos para a hipertensão e o colesterol, segundo revela o estudo.
O número de pessoas que sofre de doenças cardíacas pode vir a aumentar 16 por cento até 2035 nos Estados Unidos, o que equivale a mais cem mil doentes no país.
O número de mortes ligadas a este tipo de doenças pode aumentar em 19 por cento, acrescenta o estudo.
"Os adolescentes de hoje serão os jovens adultos de amanhã, que terão de trabalhar, criar os seus filhos e não se preocupar com doenças cardíacas até serem bem mais velhos", escreve Kirsten Bibbins-Domingo, epidemiologista da universidade de São Francisco, na Califórnia.
Segundo Kirsten, o estudo "mostra que um maior número destes jovens adultos sofrerá de doenças cardíacas aos 30 ou 35 anos, o que terá como consequências um maior número de hospitalizações, de intervenções médicas, um maior necessidade de cuidados em matéria de tratamentos para as doenças cardíacas e uma redução da esperança de vida".
Com a ajuda de um modelo informático, os investigadores determinaram, a partir de um número de crianças com peso a mais em 2000, que 37 por cento dos homens e 44 por cento das mulheres que terão 35 anos em 2020 serão obesas.
Cerca de nove milhões de adolescentes americanos têm peso a mais, segundo as estatísticas a nível nacional, tendo a taxa de obesidade infantil triplicado desde 1970.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Bom ano novo!

Lisboa, 06 Dez (Lusa)
O ministro da Economia, Manuel Pinho, destacou hoje que para o ano, e pela primeira vez nos últimos sete anos, Portugal pode crescer acima da média da Zona Euro.
Referindo-se aos dados hoje avançados pela OCDE, Manuel Pinho adiantou que Portugal "está a caminhar no bom sentido" e que "as empresas estão a levar a economia para a frente".
Manuel Pinho disse ainda estar expectante em relação ao futuro, acreditando que o resultado deste crescimento se vai consubstanciar em "mais emprego" e "maior poder de compra".
Pinho falava aos jornalistas no Ministério da Economia, à margem de uma manifestação de protesto dos moradores de Vale de Fuzeiros, Silves, contra a instalação de linhas de muito alta tensão.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) prevê que o crescimento da economia portuguesa acelere para 2,0 por cento no próximo ano, ultrapassando a Zona Euro pela primeira vez em sete anos.
O relatório de previsões económicas da OCDE, hoje divulgado, mantém as expectativas de crescimento de Portugal em 2007 e 2008, mas revê em baixa as previsões para a Zona Euro, em linha com o que têm feito outras organizações internacionais.
Portugal deverá crescer 1,8 e 2,0 por cento, este ano e no próximo, respectivamente, enquanto a Zona Euro se expandirá a um ritmo de 2,6 e 1,9 por cento.
A verificarem-se estas previsões, 2008 será o primeiro ano dos últimos sete em que Portugal convergirá com os seus parceiros comunitários.



Considerando a dimensao da economia e o P.I.B. Provavelmente seja esta a razao de tanto optimismo.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Pode chegar a criar bicho..






Lamentavelmente, o sol parece arredío da caverna na qual os Portugueses que, de forma Kafkiana, levam a cabo a sua vida nesta Euro-California de aspecto tao tipico, na sua grande maioria servindo o capital estrangeiro, bem na área da manufacturaçao... Sim porque o peso da industria Portuguesa é igual a "nill" no contexto global, ou no âmbito dos serviços, estes que passam também por aturar as madurezas e/ou limpar a alma ao turistazito de pé descalço que no seu País nao passa de exercer a mesma funçao que paga quando aqui chega, obrigando o patronato bastante pouco culto a elevar o seu pseudo-nivel de exigência adoptando politicas esclavagistas e impedindo a prosperidade dos trabalhadores.

Os casos com os quais nos deparamos no dia-a-dia resultam evidência da impossibilidade do povo do meu País derivar 5 (cinco) minutos da sua energía a introspectar e decidir sem coacçao qual o seu objetivo, nem sequer a curtissimo prazo, contemplar as decisoes dos eleitos e divagar nos seus efeitos ou mesmo encontrar a necessidade real de uniao, participaçao ou consenso na definiçao de formas de obrigar quem votam a promover uma aproximaçao à realidade social, impedindo assim o saque de algo que nao pertence a ninguém mais que ao Povo mesmo, a alienaçao das poucas regalias sociais, a recusa na aceitaçao de politicas educativas que nos atiram ao mercado como imberbes despojados de qualquer plus-valía que nos permita competir, um sistema de saúde ao qual se lhe chama sistema porque existe mais de 1(um) hospital, a pensoes que se equiparam com ordenados mas da India, sem comparticipaçao nos medicamentos que permitiriam ao definhante usufruir algo mais da pensao pela qual trabalhou toda a sua vida, ainda que de forma precária e sempre que esta tenha sido paga pelo patrao, ou o aumento da idade de reforma e o incremento dos anos tributados.

Assim, o nosso Povo permite-se aceitar que o "deixem viver como puder" até deixar de ser util ao sistema (pouco) productivo, porque realmente resulta dificil pensar de estômago vazio.

Parecemos o sol que só por ser como é e sem nada reclamar, ilumina uma gélida e egoista lua.

Finalmente, com intençao de "parecer" benevolente, admite que os abutres que melhor se adaptam a este tipo de sociedade "papem" os menores que a caridade resgata do esgoto, parece que a frase "bom, nao sao filhos de ninguém" ajuda a desfragmentar o disco eliminando o desperdicio.


Olha a canequinha!!!!!

Contudo, existe qualidade de vida em Portugal, qualidade ou possibilidades de à mesma aspirar se a entendermos como materialismo, existe muito boa gente com empregos estáveis, com beneficios sociais e com a liberdade de escolher se querem 1, 2 ou N filhos, o problema é que sao poucos e quase todos descendem de familias que tentaram que o nós povo nao embarcassemos nisto:

Para lograr isto:








No entanto o que conseguiu foi:



sábado, dezembro 01, 2007

"Será desta que veremos uma diminuiçao do Euribor?" II



Habitação "DN" 01-12-2007 14:00



Juros do crédito voltam a descer

Pelo segundo mês consecutivo, após dois anos a subir, as taxas de juro utilizadas no cálculo das prestações do crédito à habitação voltaram a cair.
As taxas Euribor, os indexantes utilizados no cálculo dos juros à habitação, apresentaram valores médios em Novembro ligeiramente abaixo dos de Outubro, escreve o “Diário de Notícias”.Assim, a Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal neste tipo de empréstimos, desceu para um valor médio de 4,630% no mês passado, contra 4,663% em Outubro. Para quem for contrair um novo crédito à habitação, tal traduz-se na possibilidade de negociar uma taxa ligeiramente mais baixa, sempre acima dos 5%, depois de aplicado o devido spread.Para os portugueses que já possuem um contrato de crédito à habitação, esta nova subida apenas poderá contribuir para um ligeiro abrandamento na subida da sua prestação, aquando da próxima revisão.No entanto, esta nova descida não deverá significar o fim do ciclo de subida dos juros na Europa, especialmente depois de se conhecer que a inflação da Zona Euro em Novembro ficou nos 3%.

Quase de acordo!


http://expresso.clix.pt/gen.pl?mode=thread&fokey=ex.stories/179236&va=
121717&p=stories&op=view#121717


Novo Aeroporto 01-12-2007 9:59


Opção Alcochete tem “grande credibilidade”

O ministro Nunes Correia aponta “grande credibilidade”, do ponto de vista ambiental, à opção Alcochete para o novo Aeroporto de Lisboa.
Sem apontar a sua preferência, o ministro do Ambiente apenas refere que a localização avançada pelo estudo da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) resolve “muitos, mas muitos problemas” ambientais detectados noutras opções da Margem Sul. “Nesse sentido, é uma opção que ganha grande credibilidade”, diz.O governante recorda que a escolha da Ota foi motivada por razões ambientais, dado que a alternativa que então havia na margem Sul do Tejo era mais desfavorável. “Nessa altura, não se falava na desafectação de uma zona de tiro, que hoje a Defesa já disse que está disposta a abdicar”, acrescenta Nunes Correia.Entrevistado no programa “Diga Lá Excelência”, da Renascença e do jornal “Público”, o ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional sublinha, no entanto, que ainda faltam os estudos do Laboratório nacional de Engenharia Civil.O LNEC deverá entregar ao Governo, dia 12 de Dezembro, uma análise comparativa das alternativas Ota e Campo de Tiro de Alcochete para o novo aeroporto.Nesta entrevista, Nunes Correia admite que a solução Campo de Tiro lhe agrada, enquanto a hipótese “Portela + 1”, defendida pela Associação Comercial do Porto, não lhe inspira simpatia. “A Portela tem tremendos impactos ambientais”, justifica Nunes Correia. “Às vezes é esquecido que retirar o aeroporto da Portela tem mais valias imensas”.O ministro afirma não estar em causa a construção da nova infra-estrutura, mas sublinha que ainda é muito cedo para se pronunciar sobre localizações. Quanto à decisão, é peremptório: É o Ministério do Ambiente que tutela quem tem a última palavra.


video

A ver!


Portugal candidato ao Mundial de Clubes
Gilberto Madaíl apresentou a candidatura portuguesa para a organização do Campeonato do Mundo de Clubes, da época 2009/10.
Tirar proveito máximo dos estádio construídos para o Euro 2004 é o objectivo da Federação Portuguesa de Futebol. Portugal tem as infra-estruturas e “know-how” necessários para organizações desta envergadura e Gilberto Madaíl quer potenciar essas capacidades. O presidente da FPF fez o anúncio da candidatura portuguesa, na Suiça, onde decorre a reunião do comité executivo da UEFA.

Estaremos ou o mapa de Portugal será ad-hoc?

No domínio da navegação por satélite, as questões em jogo são consideráveis e de diversa natureza. Actualmente, há dois sistemas concorrentes: o GPS americano, que domina o mercado e o GLONASS russo.
A dependência actual, nomeadamente em relação ao GPS, levanta questões de ordem estratégica, dado que os sistemas utilizados não estão sob controlo europeu. Assim, o desafio consiste em garantir resposta às necessidades estratégicas europeias, como, por exemplo, em matéria de política externa e de segurança comum, sem riscos nem custos excessivos.
A navegação por satélite oferece vantagens evidentes para a gestão dos transportes. Permite reforçar a segurança, melhorar a fluidez dos fluxos de tráfego, reduzir os congestionamentos e os danos ambientais e apoiar o desenvolvimento multimodal. Os sistemas actuais GPS e GLONASS aparentemente não garantem a fiabilidade e a disponibilidade necessárias nomeadamente para o transporte de pessoas. A implantação do sistema europeu Galileo permitirá eliminar estes inconvenientes.
Estão também em jogo questões de natureza económica e industrial. De facto, face a um mercado mundial potencial avaliado em 40 000 milhares de milhões de euros em 2005, o desafio consiste em captar uma parte adequada do mercado da navegação por satélite, bem como o emprego daí decorrente. As estimativas actuais são as seguintes: o desenvolvimento da infra-estrutura Galileo deve gerar 20 000 postos de trabalho e a sua exploração 2 000 postos permanentes, para além das oportunidades que surgirão não domínio das aplicações.
Por último, os aspectos regulamentares não são desprezáveis. Na verdade, o recurso a sistemas de informação baseados em sinais de determinação da posição e de sincronização poderá permitir controlar o respeito de determinadas regulamentações comunitárias em matéria de pesca, por exemplo, ou ainda de protecção do ambiente.
Tendo os Estados Unidos obtido um avanço significativo neste domínio, é indispensável, face a estes desafios, que a Europa tome rapidamente uma decisão relativa à sua participação na próxima geração de sistemas de determinação da posição, de navegação e de sincronização por satélite.
As escolhas estratégicas
O desenvolvimento de um GNSS (sistema global de navegação por satélite) deve ser concertado. Na sequência do Conselho Europeu de Março de 1998 que convidou a Comissão a explorar a possibilidade de desenvolvimento de um sistema comum com os Estados Unidos, foi possível clarificar as opções viáveis através de discussões. Dado que os EUA não encaram, por motivos militares, a possibilidade de um regime de propriedade comum nem um papel efectivo da Europa no controlo do sistema GPS, a cooperação deverá assentar:
Ou no sistema GPS existente controlado pelos Estados Unidos.
Ou no desenvolvimento de um GNSS baseado em dois sistemas de navegação por satélite complementares e interoperáveis: GPS e Galileo.
Esta última opção foi a escolhida pela Comissão, que rejeitou, assim, a opção zero que consistia em renunciar expressamente a qualquer participação europeia no segmento espacial principal do futuro GNSS.
Segundo a Comissão, é igualmente desejável que o Galileo esteja aberto a outros parceiros, com os quais foram já estabelecidos contactos, como:
A Federação da Rússia: o sistema GLONASS poderia integrar-se progressivamente no Galileo.
O Japão, que poderia, nomeadamente, dar um contributo financeiro para o desenvolvimento do Galileo.
Outros países ou regiões (PECO, EFTA, Turquia, ...) junto dos quais a Europa deve promover a sua abordagem em favor do GNSS.
Por último, o Galileo deverá explorar as possibilidades oferecidas pela aplicação de um sistema de navegação por satélite para fins civis, procurando eliminar as lacunas do GPS e reforçar a fiabilidade do GNSS. Deverá, desde o início, fornecer uma cobertura mundial.
Exigências e características técnicas
O sistema deve ser concebido de modo a garantir uma cobertura planetária e a permitir aplicações para o cidadão comum, com um bom nível de segurança no que se refere às actividades de transporte europeias e uma infra-estrutura espacial tão reduzida quanto possível. Por outro lado, o Galileo deve garantir um erro máximo horizontal de 10 metros.
No que respeita à segurança, o sistema deve garantir a protecção física das infra-estruturas vitais e o fornecimento de sinais precisos em caso de crise ou de guerra. Deve haver o máximo cuidado em tornar impossível qualquer utilização indevida de um sinal e ainda o acesso, pelo inimigo, ao sistema em tempo de guerra. Para responder a estas exigências de segurança, os peritos preconizam a instauração de um acesso controlado.
Aspectos financeiros
O custo total do Galileo para o período 1999-2008 está calculado entre 2 200 e 2 950 MEUR, em função da dimensão da cooperação com os Estados Unidos e da utilização dos sistemas terrestres.
A política americana actual consiste em fornecer gratuitamente o sinal GPS de base. A aplicação deste tipo de abordagem para o Galileo irá traduzir-se numa necessidade de financiamento público significativo, dado que o sector privado não está em condições de suportar sozinho os custos da oferta de um serviço gratuito aos utilizadores.
Sendo o Galileo considerado um elemento das redes transeuropeias e da política comum de transportes, justifica-se um financiamento europeu. Este será possível nomeadamente graças ao orçamento da União Europeia, em especial o orçamento das RT, o da Agência Espacial Europeia e o do 5º Programa-Quadro de I&D. Além disso, poderão ser determinadas receitas específicas, através de disposições regulamentares, como a instauração de determinados serviços de acesso controlado reservados aos assinantes ou ainda a tributação dos receptores de sinais. Por último, deve ser encorajado o desenvolvimento de uma parceria entre o sector público e o sector privado.
Quadro organizativo
Para conceber, desenvolver e explorar o Galileo, a Comissão propõe um plano organizativo que prevê a intervenção, nomeadamente, do Grupo de Alto Nível GNSS, da Comissão, da Agência Espacial Europeia e do conjunto dos investidores. Poderá ser criada uma administração ad hoc de pequena dimensão.
No entanto, antes do mais, é indispensável um compromisso político para dar o impulso necessário ao investimento industrial, para permitir negociar as características do sistema com os parceiros internacionais e para reforçar a influência da Europa neste domínio estratégico. O Conselho Europeu poderá dar orientações neste sentido.