sexta-feira, outubro 07, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
Um exemplo de difusão do medo
A processar sob a ciência (condicionamento aversivo), como o crime de oferecer aos portugueses a titularidade do "bad bank" que o anterior executivo decidiu criar para garantir a alternante sucessão.
Estará também ao abrigo, mas da constituição, a intimidação do povo; de um país, por um governo que menos de um-quarto desse, eleitor, apoiou?
Querem então acabar com a sanidade, educação, direitos laborais, etc, etc...
(A troika externa grega sugeriu a abolição do salário mínimo, €540, para aquele país.)
quinta-feira, setembro 29, 2011
domingo, setembro 18, 2011
PCE 2011
quinta-feira, setembro 15, 2011
Vermes
Os vampiros reuniram-se e decidiram injectar vida no seu sistema, a nossa, porém, mesmo condicionados na incapacidade, é preciso comer.
domingo, setembro 11, 2011
Avante!
A "Festa", é dela que quero escrever mas não encontrei cá fora uma árvore que a pudera transmitir. É a vida.
Adentrados, milhares, pudemos contemplar a cada dia mais erosionada margem periclitando, periclitando.
Foram debates, no centro e na periferia. Foram molhas "inside e outside", música, Mulheres e Homens, sempre vivos Camaradas.
E à noite, não se ouvia ruído.
Viva o Partido Comunista Português!
Adentrados, milhares, pudemos contemplar a cada dia mais erosionada margem periclitando, periclitando.
Foram debates, no centro e na periferia. Foram molhas "inside e outside", música, Mulheres e Homens, sempre vivos Camaradas.
E à noite, não se ouvia ruído.
Viva o Partido Comunista Português!
sábado, agosto 20, 2011
domingo, julho 31, 2011
quinta-feira, julho 28, 2011
segunda-feira, julho 25, 2011
Dias assim
terça-feira, julho 19, 2011
?
"O presidente do Banco Central Europeu (BCE) pediu hoje aos líderes dos países da zona euro que não façam declarações contraditórias e para que apresentem uma posição única, dias antes da cimeira extraordinária dos países da moeda única.
"Há uma necessidade absoluta de melhorar a disciplina verbal", disse Jean-Claude Trichet e entrevista ao Financial Times alemão, cuja transcrição o BCE hoje divulgou.
Admitindo a complexidade de ter 17 países a tentar coordenar uma resposta à crise, Trichet destacou que "os governos precisam de falar a uma só voz em temas tão sensíveis e complexos como a crise" e reforçou que "falar a uma só voz neste período de crise é essencial".
O presidente do BCE defendeu também a atuação do governo alemão no atual período de crise, refutando acusações de que a Alemanha, a maior economia da zona euro, não agiu com a rapidez necessária para debelar a atual crise de dívida soberana e ajudou mesmo a piorar a situação.
"De maneira nenhuma, e acho mesmo que um discussão dessas está completamente fora de sítio na situação atual", considerou.
No domingo, a chanceler alemã Angela Merkel condicionou a sua participação na cimeira da zona euro à possibilidade de serem alcançados resultados concretos.
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, anunciou a cimeira para quinta-feira, para chegar a acordo quanto a um novo pacote de resgate à Grécia."
"Há uma necessidade absoluta de melhorar a disciplina verbal", disse Jean-Claude Trichet e entrevista ao Financial Times alemão, cuja transcrição o BCE hoje divulgou.
Admitindo a complexidade de ter 17 países a tentar coordenar uma resposta à crise, Trichet destacou que "os governos precisam de falar a uma só voz em temas tão sensíveis e complexos como a crise" e reforçou que "falar a uma só voz neste período de crise é essencial".
O presidente do BCE defendeu também a atuação do governo alemão no atual período de crise, refutando acusações de que a Alemanha, a maior economia da zona euro, não agiu com a rapidez necessária para debelar a atual crise de dívida soberana e ajudou mesmo a piorar a situação.
"De maneira nenhuma, e acho mesmo que um discussão dessas está completamente fora de sítio na situação atual", considerou.
No domingo, a chanceler alemã Angela Merkel condicionou a sua participação na cimeira da zona euro à possibilidade de serem alcançados resultados concretos.
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, anunciou a cimeira para quinta-feira, para chegar a acordo quanto a um novo pacote de resgate à Grécia."
sexta-feira, julho 15, 2011
quinta-feira, julho 14, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
quarta-feira, julho 06, 2011
Prós e contras
Soube, através do habitual passeio blogosférico, num blogue camarada, da participação de Carlos Carvalhas no citado programa. Porém, não me resultou extraordinário o desempenho que constatei por parte deste (correcto seria "desse", mas, está bastante próximo) meu, nosso, camarada, uma vez que manteve o nível ao qual já nos habituou: superlativo.
Por outra parte, mesmo com a arrogante ignorância da moderadora a impedir o desenvolvimento da exposição como o profissional estimou mais adequado, foi, pelo menos para mim, fundamental a aportação de um psicólogo, o qual, àparte de uma explicação muito coerente, mostrou aos espectadores outros âmbitos nos quais a psicologia tem muito que dizer, mas, mostrou, em linha com a tentativa que desenvolvi uns posts atrás, que, é efectivamente a semântica cognitiva o elemento essencial na transmissão de qualquer mensagem.
O resto?? Foram cantigas!
Ahh... também me entristeceu o facto de que qualquer filho de puta possa atacar a constituição de forma impúne.
Por outra parte, mesmo com a arrogante ignorância da moderadora a impedir o desenvolvimento da exposição como o profissional estimou mais adequado, foi, pelo menos para mim, fundamental a aportação de um psicólogo, o qual, àparte de uma explicação muito coerente, mostrou aos espectadores outros âmbitos nos quais a psicologia tem muito que dizer, mas, mostrou, em linha com a tentativa que desenvolvi uns posts atrás, que, é efectivamente a semântica cognitiva o elemento essencial na transmissão de qualquer mensagem.
O resto?? Foram cantigas!
Ahh... também me entristeceu o facto de que qualquer filho de puta possa atacar a constituição de forma impúne.
segunda-feira, julho 04, 2011
quarta-feira, junho 22, 2011
O tesouro americano
€816.297.000.000 São as medidas do oriental tapete colocado pela China ao aparente berço do imperialismo. Que ocorreria se Portugal se encontrasse, até de acordo com a constituição, pelo que por outra parte traz ao hemisfério esquerdo a disposição para resistir no combate que se avizinha, rude, contra a essência da grande conquista de Abril, e começara por exportar produto nacional de "alta qualidade", cultura, para a China, por exemplo com pensamentos como "tirar o tapete"?
sexta-feira, junho 17, 2011
Amanhã
A inteligência colectiva, quando mais inteligência simbiótica, pouco campo proporciona à prevalência do pensamento de grupo. Porém, estriba na dimensão do colectivo, e fundamentalmente nas características daqueles que o formam, a capacidade de evitar uma percepção deformada ou mesmo a dissonância cognitiva, deformação que extrema no estimular de dito pensamento.
No âmbito da cultura, na sua expressão mais ampla, aquele que prescindir da semântica (especialmente da cognitiva) como elemento central para a integrar e construir, definha e sucumbe. Não pelo conteúdo do seu pensamento senão pela incapacidade de utilizar elementos acessíveis àqueles aos quais a realidade constringe a percepção.
De outro modo:
Grande parte das patologias hoje padecidas pelo Homem deve-se a que o organismo não acompanha as permanentes mutações, transmutações, ou variações sociais, resultado do valor somado do próprio colectivo transcender o total do indivíduo. Não obstante, este "outro modo" não passa disso mesmo, de uma análise conjuntural, delimitando-se ao momento histórico e à sua correlação de forças.
Assim, é no colectivo que surge a vida, sendo um animal social somos um animal cultural, sem o colectivo a existência não será capaz de ir além da limitada divisão celular do próprio corpo e, essa limitação, como ao próprio Homem, torna a razão estéril... ou será infértil?
No âmbito da cultura, na sua expressão mais ampla, aquele que prescindir da semântica (especialmente da cognitiva) como elemento central para a integrar e construir, definha e sucumbe. Não pelo conteúdo do seu pensamento senão pela incapacidade de utilizar elementos acessíveis àqueles aos quais a realidade constringe a percepção.
De outro modo:
Grande parte das patologias hoje padecidas pelo Homem deve-se a que o organismo não acompanha as permanentes mutações, transmutações, ou variações sociais, resultado do valor somado do próprio colectivo transcender o total do indivíduo. Não obstante, este "outro modo" não passa disso mesmo, de uma análise conjuntural, delimitando-se ao momento histórico e à sua correlação de forças.
Assim, é no colectivo que surge a vida, sendo um animal social somos um animal cultural, sem o colectivo a existência não será capaz de ir além da limitada divisão celular do próprio corpo e, essa limitação, como ao próprio Homem, torna a razão estéril... ou será infértil?
quarta-feira, junho 08, 2011
La poesia es un arma cargada de futuro
Cuando ya nada se espera personalmente exaltante,
mas se palpita y se sigue más acá de la conciencia,
fieramente existiendo, ciegamente afirmando,
como un pulso que golpea las tinieblas,
cuando se miran de frente
los vertiginosos ojos claros de la muerte,
se dicen las verdades:
las bárbaras, terribles, amorosas crueldades.
Se dicen los poemas
que ensanchan los pulmones de cuantos, asfixiados,
piden ser, piden ritmo,
piden ley para aquello que sienten excesivo.
Con la velocidad del instinto,
con el rayo del prodigio,
como mágica evidencia, lo real se nos convierte
en lo idéntico a sí mismo.
Poesía para el pobre, poesía necesaria
como el pan de cada día,
como el aire que exigimos trece veces por minuto,
para ser y en tanto somos dar un sí que glorifica.
Porque vivimos a golpes, porque apenas si nos dejan
decir que somos quien somos,
nuestros cantares no pueden ser sin pecado un adorno.
Estamos tocando el fondo.
Maldigo la poesía concebida como un lujo
cultural por los neutrales
que, lavándose las manos, se desentienden y evaden.
Maldigo la poesía de quien no toma partido hasta mancharse.
Hago mías las faltas. Siento en mí a cuantos sufren
y canto respirando.
Canto, y canto, y cantando más allá de mis penas
personales, me ensancho.
Quisiera daros vida, provocar nuevos actos,
y calculo por eso con técnica qué puedo.
Me siento un ingeniero del verso y un obrero
que trabaja con otros a España en sus aceros.
Tal es mi poesía: poesía-herramienta
a la vez que latido de lo unánime y ciego.
Tal es, arma cargada de futuro expansivo
con que te apunto al pecho.
No es una poesía gota a gota pensada.
No es un bello producto. No es un fruto perfecto.
Es algo como el aire que todos respiramos
y es el canto que espacia cuanto dentro llevamos.
Son palabras que todos repetimos sintiendo
como nuestras, y vuelan. Son más que lo mentado.
Son lo más necesario: lo que no tiene nombre.
Son gritos en el cielo, y en la tierra son actos.
mas se palpita y se sigue más acá de la conciencia,
fieramente existiendo, ciegamente afirmando,
como un pulso que golpea las tinieblas,
cuando se miran de frente
los vertiginosos ojos claros de la muerte,
se dicen las verdades:
las bárbaras, terribles, amorosas crueldades.
Se dicen los poemas
que ensanchan los pulmones de cuantos, asfixiados,
piden ser, piden ritmo,
piden ley para aquello que sienten excesivo.
Con la velocidad del instinto,
con el rayo del prodigio,
como mágica evidencia, lo real se nos convierte
en lo idéntico a sí mismo.
Poesía para el pobre, poesía necesaria
como el pan de cada día,
como el aire que exigimos trece veces por minuto,
para ser y en tanto somos dar un sí que glorifica.
Porque vivimos a golpes, porque apenas si nos dejan
decir que somos quien somos,
nuestros cantares no pueden ser sin pecado un adorno.
Estamos tocando el fondo.
Maldigo la poesía concebida como un lujo
cultural por los neutrales
que, lavándose las manos, se desentienden y evaden.
Maldigo la poesía de quien no toma partido hasta mancharse.
Hago mías las faltas. Siento en mí a cuantos sufren
y canto respirando.
Canto, y canto, y cantando más allá de mis penas
personales, me ensancho.
Quisiera daros vida, provocar nuevos actos,
y calculo por eso con técnica qué puedo.
Me siento un ingeniero del verso y un obrero
que trabaja con otros a España en sus aceros.
Tal es mi poesía: poesía-herramienta
a la vez que latido de lo unánime y ciego.
Tal es, arma cargada de futuro expansivo
con que te apunto al pecho.
No es una poesía gota a gota pensada.
No es un bello producto. No es un fruto perfecto.
Es algo como el aire que todos respiramos
y es el canto que espacia cuanto dentro llevamos.
Son palabras que todos repetimos sintiendo
como nuestras, y vuelan. Son más que lo mentado.
Son lo más necesario: lo que no tiene nombre.
Son gritos en el cielo, y en la tierra son actos.
Gabriel Celaya
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