É assim que a gente vai continuar,
mesmo que o que lá foi
desse o que pensava
que tinha para dar.
Ganhámos.
E uso-me disso.
Goza bem a tua rota.
Nunca mais só.
Pela passadeira vermelha,
redundante,
à entrada do Bairro do Amor,
já frágil,
depois de tomares a Bastilha.
Sem lamentar Portugal,
sem alertar Portugal.
No teu Portugal, seguramente,
sempre no mar,
sem tantas necessidades,
sem ter de pedir lume sequer.
Afinal, tens as chaves
do céu e do inferno.
E a liberdade
é uma maluca!
Mino, Madrid, 2026


Sem comentários:
Enviar um comentário