esperança de futuro,
de tantos sonho,
que valeu vidas,
hirtas de coragem.
E só podes rejeitar-te
como aos dias.
Sequer niilista:
esperpento,
arrogante
amuralhado,
só outra máscara corajosa.
Se o mutismo,
acto eleito, vontade,
for sorriso
coerente de ser,
contempla,
sente,
experimenta e,
além do hedonismo,
por fim,
liberto da gruta
de paredes de pálpebras,
ainda vencerá
hoje
aquele futuro.
Mino, Madrid, 2026







