Dedicando ao meu país estes poemas de fundo, espero que vivamos o novo ano acordados e acordando, dormindo tranquilos e, caminhando.
A revolução hoje!
quinta-feira, dezembro 22, 2011
quinta-feira, novembro 03, 2011
quarta-feira, outubro 19, 2011
Com pouco para ler, ainda assim...
aproveitando este momento pouco visitado, estou a tentar utilizar esta folha para intercalar uma mensagem electrónica ao Mário e à Inês. Serão assim também os mais próximos aqueles que a compartam.
Aos 9 começou tudo.
Nasci em Portugal, Lisboa, Alcântara (ocantra), em Junho. Eram tempos de ditadura; no solstício de um tempo. Muito se fala dos 70, do século passado.
Aos 9 fui trabalhar.
Aos 41 levo mais tempo em España que em Portugal, Espanha tem mais de minha vida quanto mais eu mantenha alimentada a identidade. Então, sou português.
Por diversas circunstâncias, que até agora se foram revelando patamares, tenho uma opção política clara, sendo, pelo menos, politizado. Comunista.
Não obstante, devido a outros tantos factores, de entre os quais destaco o genético (esse que conhecem), a sociedade transformou-se/me em elemento nocívo para a sua e minha, adaptação/evolução, respectivamente. O facto de, dessas peculiaridades típicas da variação, me obrigarem hoje a manter-me anestesiado pelos técnicos do serviço nacional de saúde; drogado, para aceitar a vida tal como ela é, segundo o estabelecido, sem ataques de... "criatividade", leva implícito isso mesmo, íra. Íra, que nos ensina a transformá-la no que quisermos, basta continuar. Sem dissonância cognitíva, ou o que é o mesmo: objectivamente.
Ou somos bestas?
Até já
Aos 9 começou tudo.
Nasci em Portugal, Lisboa, Alcântara (ocantra), em Junho. Eram tempos de ditadura; no solstício de um tempo. Muito se fala dos 70, do século passado.
Aos 9 fui trabalhar.
Aos 41 levo mais tempo em España que em Portugal, Espanha tem mais de minha vida quanto mais eu mantenha alimentada a identidade. Então, sou português.
Por diversas circunstâncias, que até agora se foram revelando patamares, tenho uma opção política clara, sendo, pelo menos, politizado. Comunista.
Não obstante, devido a outros tantos factores, de entre os quais destaco o genético (esse que conhecem), a sociedade transformou-se/me em elemento nocívo para a sua e minha, adaptação/evolução, respectivamente. O facto de, dessas peculiaridades típicas da variação, me obrigarem hoje a manter-me anestesiado pelos técnicos do serviço nacional de saúde; drogado, para aceitar a vida tal como ela é, segundo o estabelecido, sem ataques de... "criatividade", leva implícito isso mesmo, íra. Íra, que nos ensina a transformá-la no que quisermos, basta continuar. Sem dissonância cognitíva, ou o que é o mesmo: objectivamente.
Ou somos bestas?
Até já
Genoma ou Conectoma?
Olaf Sporns, profesor de neurociencias en la Universidad de Indiana (EE.UU.), publicó un artículo en 2005 en el que atribuía los defectos a gran escala de la investigación en neurociencia general a la ausencia de una descripción anatómica de base, “fundacional”, del cerebro. Antes de ponerse a investigar, era necesario hacer un mapa.
Sporns propuso llamar a este mapa el “conectoma”. El nombre, obviamente, hace recordar a un proyecto importantísimo que había concluido dos años antes con éxito, el Proyecto Genoma Humano. El proyecto al que estaba dando nombre no era menos ambicioso: un atlas sistemático y completo de todas las conexiones del cerebro. Cuatro años después, Los Institutos Nacionales de la Salud (NIH, por sus siglas en inglés) de los Estados Unidos han anunciado en su Anteproyecto para la Investigación en Neurociencia el lanzamiento del Proyecto Conectoma Humano (HCP, por sus siglas en inglés), dotado inicialmente con 30 millones de dólares, con la esperanza de crear un mapa completo del cerebro adulto sano para 2015.
El cerebro humano se suele dividir en varios cientos de pequeñas áreas a las que se atribuyen funciones altamente especializadas. Vistas bajo el microscopio, muchas de estas áreas, que tienen un ancho de centímetros, presentan patrones de células claramente visibles. Cada una de estas áreas está conectada por millones de proyecciones neuronales con forma de hilo, los llamados axones, que corren en paralelo, enrollándose para formar lo que parece un cable grueso de fibra óptica. El cerebro funciona en base a procesos y estos procesos tienen lugar porque existen estas conexiones entre áreas especializadas.
La lógica tras el proyecto HCP está en que se cree que las diferentes áreas cerebrales adquieren sus características funcionales dependiendo de cómo se conectan unas con otras. Son las entradas y salidas de una neurona lo que determina qué función tiene. Por ello, como en otras ocasiones en biología, la estructura directamente define la función: las neuronas muy próximas procesarán la misma clase de información, y la conectividad entre estas regiones nos puede informar de cómo operan procesos más amplios.
Sin embargo, hay otros neurocientíficos para los que “conectoma” tiene un significado completamente diferente. Mientras que el proyecto de los NIH intenta trazar las conexiones a gran escala entre regiones cerebrales, algunos científicos, como los del Connectomeproject de Harvard, quieren escarbar más profundamente: aspiran a trazar en última instancia el cerebro humano neurona a neurona, construyendo un “diagrama de cableado” con todo detalle. De cierta forma el HCP es una respuesta a la perspectiva desalentadora de tener que determinar las miles de millones de conexiones neuronales del cerebro humano. Lo que han hecho estos puristas ha sido tomar otro camino: ciñéndose a la idea del mapa neurona a neurona, simplemente se han centrado en organismos más simples, para ir creciendo desde ahí. Hasta ahora, el único conectoma completo que ha sido determinado es el de nuestro viejo amigo el nemátodo Caenorhabditis elegans que, con sólo 302 neuronas, es uno de los organismos modelo más simples con un sistema nervioso.
En cualquier caso, ambos grupos están de acuerdo en que, al final, la microescala y la macroescala se encontrarán en un enorme conjunto de datos, idealmente con cada capa de complejidad informando a la siguiente. Por ahora, el NIH espera conseguir su objetivo a cinco años de tener completado un mapa región a región potenciando la colaboración entre científicos, muchos de los cuales han pasado años trabajando aisladamente, usando técnicas no verificadas y con pocas reproducciones de los datos obtenidos en laboratorios diferentes.
segunda-feira, outubro 17, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
Um exemplo de difusão do medo
A processar sob a ciência (condicionamento aversivo), como o crime de oferecer aos portugueses a titularidade do "bad bank" que o anterior executivo decidiu criar para garantir a alternante sucessão.
Estará também ao abrigo, mas da constituição, a intimidação do povo; de um país, por um governo que menos de um-quarto desse, eleitor, apoiou?
Querem então acabar com a sanidade, educação, direitos laborais, etc, etc...
(A troika externa grega sugeriu a abolição do salário mínimo, €540, para aquele país.)
quinta-feira, julho 28, 2011
terça-feira, julho 19, 2011
?
"O presidente do Banco Central Europeu (BCE) pediu hoje aos líderes dos países da zona euro que não façam declarações contraditórias e para que apresentem uma posição única, dias antes da cimeira extraordinária dos países da moeda única.
"Há uma necessidade absoluta de melhorar a disciplina verbal", disse Jean-Claude Trichet e entrevista ao Financial Times alemão, cuja transcrição o BCE hoje divulgou.
Admitindo a complexidade de ter 17 países a tentar coordenar uma resposta à crise, Trichet destacou que "os governos precisam de falar a uma só voz em temas tão sensíveis e complexos como a crise" e reforçou que "falar a uma só voz neste período de crise é essencial".
O presidente do BCE defendeu também a atuação do governo alemão no atual período de crise, refutando acusações de que a Alemanha, a maior economia da zona euro, não agiu com a rapidez necessária para debelar a atual crise de dívida soberana e ajudou mesmo a piorar a situação.
"De maneira nenhuma, e acho mesmo que um discussão dessas está completamente fora de sítio na situação atual", considerou.
No domingo, a chanceler alemã Angela Merkel condicionou a sua participação na cimeira da zona euro à possibilidade de serem alcançados resultados concretos.
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, anunciou a cimeira para quinta-feira, para chegar a acordo quanto a um novo pacote de resgate à Grécia."
"Há uma necessidade absoluta de melhorar a disciplina verbal", disse Jean-Claude Trichet e entrevista ao Financial Times alemão, cuja transcrição o BCE hoje divulgou.
Admitindo a complexidade de ter 17 países a tentar coordenar uma resposta à crise, Trichet destacou que "os governos precisam de falar a uma só voz em temas tão sensíveis e complexos como a crise" e reforçou que "falar a uma só voz neste período de crise é essencial".
O presidente do BCE defendeu também a atuação do governo alemão no atual período de crise, refutando acusações de que a Alemanha, a maior economia da zona euro, não agiu com a rapidez necessária para debelar a atual crise de dívida soberana e ajudou mesmo a piorar a situação.
"De maneira nenhuma, e acho mesmo que um discussão dessas está completamente fora de sítio na situação atual", considerou.
No domingo, a chanceler alemã Angela Merkel condicionou a sua participação na cimeira da zona euro à possibilidade de serem alcançados resultados concretos.
O presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, anunciou a cimeira para quinta-feira, para chegar a acordo quanto a um novo pacote de resgate à Grécia."
quinta-feira, julho 14, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
sexta-feira, junho 17, 2011
Amanhã
A inteligência colectiva, quando mais inteligência simbiótica, pouco campo proporciona à prevalência do pensamento de grupo. Porém, estriba na dimensão do colectivo, e fundamentalmente nas características daqueles que o formam, a capacidade de evitar uma percepção deformada ou mesmo a dissonância cognitiva, deformação que extrema no estimular de dito pensamento.
No âmbito da cultura, na sua expressão mais ampla, aquele que prescindir da semântica (especialmente da cognitiva) como elemento central para a integrar e construir, definha e sucumbe. Não pelo conteúdo do seu pensamento senão pela incapacidade de utilizar elementos acessíveis àqueles aos quais a realidade constringe a percepção.
De outro modo:
Grande parte das patologias hoje padecidas pelo Homem deve-se a que o organismo não acompanha as permanentes mutações, transmutações, ou variações sociais, resultado do valor somado do próprio colectivo transcender o total do indivíduo. Não obstante, este "outro modo" não passa disso mesmo, de uma análise conjuntural, delimitando-se ao momento histórico e à sua correlação de forças.
Assim, é no colectivo que surge a vida, sendo um animal social somos um animal cultural, sem o colectivo a existência não será capaz de ir além da limitada divisão celular do próprio corpo e, essa limitação, como ao próprio Homem, torna a razão estéril... ou será infértil?
No âmbito da cultura, na sua expressão mais ampla, aquele que prescindir da semântica (especialmente da cognitiva) como elemento central para a integrar e construir, definha e sucumbe. Não pelo conteúdo do seu pensamento senão pela incapacidade de utilizar elementos acessíveis àqueles aos quais a realidade constringe a percepção.
De outro modo:
Grande parte das patologias hoje padecidas pelo Homem deve-se a que o organismo não acompanha as permanentes mutações, transmutações, ou variações sociais, resultado do valor somado do próprio colectivo transcender o total do indivíduo. Não obstante, este "outro modo" não passa disso mesmo, de uma análise conjuntural, delimitando-se ao momento histórico e à sua correlação de forças.
Assim, é no colectivo que surge a vida, sendo um animal social somos um animal cultural, sem o colectivo a existência não será capaz de ir além da limitada divisão celular do próprio corpo e, essa limitação, como ao próprio Homem, torna a razão estéril... ou será infértil?
quarta-feira, junho 08, 2011
La poesia es un arma cargada de futuro
Cuando ya nada se espera personalmente exaltante,
mas se palpita y se sigue más acá de la conciencia,
fieramente existiendo, ciegamente afirmando,
como un pulso que golpea las tinieblas,
cuando se miran de frente
los vertiginosos ojos claros de la muerte,
se dicen las verdades:
las bárbaras, terribles, amorosas crueldades.
Se dicen los poemas
que ensanchan los pulmones de cuantos, asfixiados,
piden ser, piden ritmo,
piden ley para aquello que sienten excesivo.
Con la velocidad del instinto,
con el rayo del prodigio,
como mágica evidencia, lo real se nos convierte
en lo idéntico a sí mismo.
Poesía para el pobre, poesía necesaria
como el pan de cada día,
como el aire que exigimos trece veces por minuto,
para ser y en tanto somos dar un sí que glorifica.
Porque vivimos a golpes, porque apenas si nos dejan
decir que somos quien somos,
nuestros cantares no pueden ser sin pecado un adorno.
Estamos tocando el fondo.
Maldigo la poesía concebida como un lujo
cultural por los neutrales
que, lavándose las manos, se desentienden y evaden.
Maldigo la poesía de quien no toma partido hasta mancharse.
Hago mías las faltas. Siento en mí a cuantos sufren
y canto respirando.
Canto, y canto, y cantando más allá de mis penas
personales, me ensancho.
Quisiera daros vida, provocar nuevos actos,
y calculo por eso con técnica qué puedo.
Me siento un ingeniero del verso y un obrero
que trabaja con otros a España en sus aceros.
Tal es mi poesía: poesía-herramienta
a la vez que latido de lo unánime y ciego.
Tal es, arma cargada de futuro expansivo
con que te apunto al pecho.
No es una poesía gota a gota pensada.
No es un bello producto. No es un fruto perfecto.
Es algo como el aire que todos respiramos
y es el canto que espacia cuanto dentro llevamos.
Son palabras que todos repetimos sintiendo
como nuestras, y vuelan. Son más que lo mentado.
Son lo más necesario: lo que no tiene nombre.
Son gritos en el cielo, y en la tierra son actos.
mas se palpita y se sigue más acá de la conciencia,
fieramente existiendo, ciegamente afirmando,
como un pulso que golpea las tinieblas,
cuando se miran de frente
los vertiginosos ojos claros de la muerte,
se dicen las verdades:
las bárbaras, terribles, amorosas crueldades.
Se dicen los poemas
que ensanchan los pulmones de cuantos, asfixiados,
piden ser, piden ritmo,
piden ley para aquello que sienten excesivo.
Con la velocidad del instinto,
con el rayo del prodigio,
como mágica evidencia, lo real se nos convierte
en lo idéntico a sí mismo.
Poesía para el pobre, poesía necesaria
como el pan de cada día,
como el aire que exigimos trece veces por minuto,
para ser y en tanto somos dar un sí que glorifica.
Porque vivimos a golpes, porque apenas si nos dejan
decir que somos quien somos,
nuestros cantares no pueden ser sin pecado un adorno.
Estamos tocando el fondo.
Maldigo la poesía concebida como un lujo
cultural por los neutrales
que, lavándose las manos, se desentienden y evaden.
Maldigo la poesía de quien no toma partido hasta mancharse.
Hago mías las faltas. Siento en mí a cuantos sufren
y canto respirando.
Canto, y canto, y cantando más allá de mis penas
personales, me ensancho.
Quisiera daros vida, provocar nuevos actos,
y calculo por eso con técnica qué puedo.
Me siento un ingeniero del verso y un obrero
que trabaja con otros a España en sus aceros.
Tal es mi poesía: poesía-herramienta
a la vez que latido de lo unánime y ciego.
Tal es, arma cargada de futuro expansivo
con que te apunto al pecho.
No es una poesía gota a gota pensada.
No es un bello producto. No es un fruto perfecto.
Es algo como el aire que todos respiramos
y es el canto que espacia cuanto dentro llevamos.
Son palabras que todos repetimos sintiendo
como nuestras, y vuelan. Son más que lo mentado.
Son lo más necesario: lo que no tiene nombre.
Son gritos en el cielo, y en la tierra son actos.
Gabriel Celaya
domingo, junho 05, 2011
O nosso mundo é este
O nosso mundo é este
Vil suado
Dos dedos dos homens
Sujos de morte.
Um mundo forrado
De pele de mãos
Com pedras roídas
das nossas sombras.
Um mundo lodoso
Do suor dos outros
E sangue nos ecos
Colado aos passos…
Um mundo tocado
Dos nossos olhos
A chorarem musgo
De lágrimas podres…
Um mundo de cárceres
Com grades de súplica
E o vento a soprar
Nos muros de gritos.
Um mundo de látegos
E vielas negras
Com braços de fome
A saírem das pedras…
O nosso mundo é este
Suado de morte
E não o das árvores
Floridas de música
A ignorarem
Que vão morrer.
E se soubessem, dariam flor?
Pois os homens sabem
E cantam e cantam
Com morte e suor.
O nosso mundo é este….
( Mas há-de ser outro.)
Vil suado
Dos dedos dos homens
Sujos de morte.
Um mundo forrado
De pele de mãos
Com pedras roídas
das nossas sombras.
Um mundo lodoso
Do suor dos outros
E sangue nos ecos
Colado aos passos…
Um mundo tocado
Dos nossos olhos
A chorarem musgo
De lágrimas podres…
Um mundo de cárceres
Com grades de súplica
E o vento a soprar
Nos muros de gritos.
Um mundo de látegos
E vielas negras
Com braços de fome
A saírem das pedras…
O nosso mundo é este
Suado de morte
E não o das árvores
Floridas de música
A ignorarem
Que vão morrer.
E se soubessem, dariam flor?
Pois os homens sabem
E cantam e cantam
Com morte e suor.
O nosso mundo é este….
( Mas há-de ser outro.)
José Gomes Ferreira
quarta-feira, maio 25, 2011
Ignorância e vontade
Pessoalmente, quem sabe por ignorância ou, seguramente, por vontade, considero qualquer sistema de representatividade uma real e grotesca falácia. Seja a fórmula de Hondt, a Imperiali, o duplo voto alemão, o norte-americano, o cociente Droop, o cociente Hare ou o método sainte-lague entre outros, com a agravante dos mínimos de três ou cinco por cento.
Ambos motivos, que levam à referida consideração, ignorância e vontade, partem, no primeiro caso, da impossibilidade de entender ou vislumbrar as razões pelas quais não resulta válida a representatividade directa. No segundo caso, a vontade, esta deriva da necessidade de conhecer os motivos pelos quais os partidos não estão representados de acordo com a vontade expressa nas urnas. Uma redundância que gera uma inquietação exponencial finita. Porém, entendo que surjam inúmeras questões que mereçam resposta ou argumentos a rebater na defesa desta dúvida.
Assim mesmo, no relativo a dúvidas, outras e muitas me assaltam, e, de entre essas, uma de enorme importância, relacionada também com o processo eleitoral: Qual o motivo pelo qual o o voto não é obrigatório?
Não é difícil perceber que, quem imponha uma nova obrigação à população será visto com maus olhos; que os diferentes níveis de esclarecimento (para alguns) podem desviar o resultado eleitoral; que a corrupção, as situações de carência, o medo, o preconceito, a indiferença ou mesmo a negação, a ânsia de poder, as relações próprias do capitalismo ou a “boa-fé”, entre outros e muitos factores (que me nego a menosprezar sobretudo se coerente com a dedicação que presto a determinadas matérias que resultam centrais na minha formação como indivíduo), poderiam resultar perniciosos, mas, mesmo com votos brancos e nulos, não será certo também que se chegaria sempre ao resultado mais ajustado à realidade do povo e do país?
Consciência.
Esclarecimento.
Mobilização.
Emancipação.
Liberdade.
Vida?
Ambos motivos, que levam à referida consideração, ignorância e vontade, partem, no primeiro caso, da impossibilidade de entender ou vislumbrar as razões pelas quais não resulta válida a representatividade directa. No segundo caso, a vontade, esta deriva da necessidade de conhecer os motivos pelos quais os partidos não estão representados de acordo com a vontade expressa nas urnas. Uma redundância que gera uma inquietação exponencial finita. Porém, entendo que surjam inúmeras questões que mereçam resposta ou argumentos a rebater na defesa desta dúvida.
Assim mesmo, no relativo a dúvidas, outras e muitas me assaltam, e, de entre essas, uma de enorme importância, relacionada também com o processo eleitoral: Qual o motivo pelo qual o o voto não é obrigatório?
Não é difícil perceber que, quem imponha uma nova obrigação à população será visto com maus olhos; que os diferentes níveis de esclarecimento (para alguns) podem desviar o resultado eleitoral; que a corrupção, as situações de carência, o medo, o preconceito, a indiferença ou mesmo a negação, a ânsia de poder, as relações próprias do capitalismo ou a “boa-fé”, entre outros e muitos factores (que me nego a menosprezar sobretudo se coerente com a dedicação que presto a determinadas matérias que resultam centrais na minha formação como indivíduo), poderiam resultar perniciosos, mas, mesmo com votos brancos e nulos, não será certo também que se chegaria sempre ao resultado mais ajustado à realidade do povo e do país?
Consciência.
Esclarecimento.
Mobilização.
Emancipação.
Liberdade.
Vida?
Casi todas las enfermedades, tienen solucion, los gobiernos lo ocultan para beneficiar a las Multinacionales
El Premio Nobel de medicina Richard J.Roberts pone de manifiesto en una entrevista en La Vanguardia que muchas de las enfermedades que hoy son crónicas tienen cura, pero para los laboratorios farmacéuticos no es rentable curarlas del todo, los poderes políticos lo saben, pero los laboratorios compran su silencio financiando sus campañas electorales.
- ¿Qué modelo de investigación le parece más eficaz, el estadounidense o el europeo?
- Es obvio que el estadounidense, en el que toma parte activa el capital privado, es mucho más eficiente. Tómese por ejemplo el espectacular avance de la industria informática, donde es el dinero privado el que financia la investigación básica y aplicada, pero respecto a la industria de la salud… Tengo mis reservas.
- Le escucho.
- La investigación en la salud humana no puede depender tan sólo de su rentabilidad económica. Lo que es bueno para los dividendos de las empresas no siempre es bueno para las personas.
- Explíquese.
- La industria farmacéutica quiere servir a los mercados de capital…
- Como cualquier otra industria.
- Es que no es cualquier otra industria: estamos hablando de nuestra salud y nuestras vidas y las de nuestros hijos y millones de seres humanos.
- Pero si son rentables, investigarán mejor.
- Si sólo piensas en los beneficios, dejas de preocuparte por servir a los seres humanos.
- Por ejemplo…
- He comprobado como en algunos casos los investigadores dependientes de fondos privados hubieran descubierto medicinas muy eficaces que hubieran acabado por completo con una enfermedad…
- ¿Y por qué dejan de investigar?
- Porque las farmacéuticas a menudo no están tan interesadas en curarle a usted como en sacarle dinero, así que esa investigación, de repente, es desviada hacia el descubrimiento de medicinas que no curan del todo, sino que cronifican la enfermedad y le hacen experimentar una mejoría que desaparece cuando deja de tomar el medicamento.
- Es una grave acusación.
- Pues es habitual que las farmacéuticas estén interesadas en líneas de investigación no para curar sino sólo para cronificar dolencias con medicamentos cronificadores mucho más rentables que los que curan del todo y de una vez para siempre. Y no tiene más que seguir el análisis financiero de la industria farmacológica y comprobará lo que digo.
- Hay dividendos que matan.
- Por eso le decía que la salud no puede ser un mercado más ni puede entenderse tan sólo como un medio para ganar dinero. Y por eso creo que el modelo europeo mixto de capital público y privado es menos fácil que propicie ese tipo de abusos.
- ¿Un ejemplo de esos abusos?
- Se han dejado de investigar antibióticos porque son demasiado efectivos y curaban del todo. Como no se han desarrollado nuevos antibióticos, los microorganismos infecciosos se han vuelto resistentes y hoy la tuberculosis, que en mi niñez había sido derrotada, está resurgiendo y ha matado este año pasado a un millón de personas.
- ¿No me habla usted del Tercer Mundo?
- Ése es otro triste capítulo: apenas se investigan las enfermedades tercermundistas, porque los medicamentos que las combatirían no serían rentables. Pero yo le estoy hablando de nuestro Primer Mundo: la medicina que cura del todo no es rentable y por eso no investigan en ella.
- ¿Los políticos no intervienen?
- No se haga ilusiones: en nuestro sistema, los políticos son meros empleados de los grandes capitales, que invierten lo necesario para que salgan elegidos sus chicos, y si no salen, compran a los que son elegidos.
- De todo habrá.
- Al capital sólo le interesa multiplicarse. Casi todos los políticos - y sé de lo que hablo- dependen descaradamente de esas multinacionales farmacéuticas que financian sus campañas. Lo demás son palabras…
(Con información de La Vanguardia)
sexta-feira, maio 20, 2011
Por Espanha... (Directo)
Pensar, sequer, que esta janela para a "Puerta del sol" mostra o resultado da manipulação sionista das massas... só pode ser cansaço.
-------------------
Descansado:
Pois. Fascismo, sionismo, imperialismo.
Etiquetas:
Black Sabbath - Children of the Grave
sábado, maio 14, 2011
quinta-feira, maio 05, 2011
No te salves
No te quedes inmóvil
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo
pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo.
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo
pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo.
Mario Benedetti
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