terça-feira, junho 10, 2008

E sem contestação!!

Faltam poucos dias para que os cidadãos da união europeia passem a trabalhar até 13 horas por dia.
No âmbito nacional, considerando que no novo código do trabalho está previsto o despedimento livre, por inadaptação, podemos constatar a volta da escravatura, obrigados a trabalhar por 1,48€ hora.
Incapaz de entender a passividade com a que aceitamos esta dictadura, questiono:
Assumiremos a nossa condição, unidades de trabalho barato e descartáveis, sem direito a manutenção (em pouco tempo), vendidos ao nascer?
Necessitamos votar com a única arma que nos resta, votêmos em liberdade, escurracemos o binómio capataz da oligarquia liberal e que nos rouba há 33 anos!
Mostrêmo-nos vivos!

5 comentários:

Ana Camarra disse...

Pois o pessoal anda embrutecido com a bola e não dá conta de mais nada, ficaram bem educados com Prof. Salazar.
è como a história da rã num tacho de agua quente: se colocarmos a rã directamente em ag~ua a ferver ela salta, se a pusermos num tacho de agua fria e o aquecermos ela fica até ficar fo... cozida.

CRN disse...

Olá Ana,
Mudos como rãs!

CRN

Ana Camarra disse...

Mudos, quedos, autistas, anormais, e bola a bola e bejecas isso é que é importante.

Jorge disse...

Eu pessoalmente ainda não entendi como o pessoal por essa Europa fora ainda não se revoltou com essa lei das 13 horas.....estou atónito e incrédulo com essa......!!!

CRN disse...

Por essa europa fora existe fiscalizaçao suficiente para que um trabalhador, que trabalhe, sem esquecer a legislaçao e/ou a constituiçao de cada país, 13 horas, nao vá para casa com menos de 3000€, desde o operário menos qualificado.
Por outro lado, a realidade socio-económica europeia, relega Portugal para uma posiçao abaixo da média em rácios tao importantes quanto o emprego ou a educaçao, sem deixar de considerar pibs ou clivagem. Nao existe, no resto da europa, a necessidade de aplicaçao real desta obra mafiosa de legalizaçao da escravidao, quando essa situaçao se inverta, será tarde.
Essa europa nao, outra Europa é fundamental e possivel, necessitamos erquer a nossa condiçao de cidadao!